<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?><rss version="2.0"><channel><title>Imóveis do Sul</title><description>o portal de imóveis</description><link>http://www.imoveisdosul.com.br</link><language>pt-br</language><item><title><![CDATA[Projeto libera uso do FGTS para construção da casa própria]]></title><description><![CDATA[
	A C&acirc;mara analisa o Projeto de Lei 2703/11, do deputado Zoinho (PR-RJ), que permite ao trabalhador usar o seu Fundo de Garantia do Tempo de Servi&ccedil;o (FGTS) para custear a constru&ccedil;&atilde;o da casa pr&oacute;pria.&nbsp;
	Atualmente, a lei que regula o FGTS (8.036/90) s&oacute; possibilita a movimenta&ccedil;&atilde;o da conta para compra da moradia ou lote. Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; constru&ccedil;&atilde;o da casa pr&oacute;pria, a Caixa Econ&ocirc;mica Federal, gestora do fundo, pode permitir o uso do recurso se a obra for feita em regime de cooperativa ou cons&oacute;rcio, ou se for financiada por banco ou construtora.
	
	O deputado n&atilde;o concorda com as restri&ccedil;&otilde;es impostas. &ldquo;O trabalhador n&atilde;o pode ser obrigado a aderir a uma cooperativa ou a participar de um cons&oacute;rcio de im&oacute;veis tampouco a contrair um empr&eacute;stimo para viabilizar sua casa pr&oacute;pria com os recursos do FGTS&rdquo;, condena.
	
	Zoinho defende o saque direto da conta do FGTS para que o trabalhador possa construir sua resid&ecirc;ncia. &ldquo;Em muitos casos, o empregado j&aacute; possui um lote ou tem verbas para compr&aacute;-lo, mas n&atilde;o para a constru&ccedil;&atilde;o da casa. Nessa situa&ccedil;&atilde;o, &eacute; justo que ele tamb&eacute;m possa utilizar tais recursos para erguer sua moradia&rdquo;, argumenta.
	
	Tramita&ccedil;&atilde;o
	A proposta, que tramita em car&aacute;ter conclusivo, ser&aacute; analisada pelas comiss&otilde;es de Trabalho, de Administra&ccedil;&atilde;o e Servi&ccedil;o P&uacute;blico; de Finan&ccedil;as e Tributa&ccedil;&atilde;o (inclusive quanto ao m&eacute;rito); e de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a e de Cidadania.
]]></description><lastBuildDate><![CDATA[26/012012]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/26/</link></item><item><title><![CDATA[Programa Minha Casa, Minha Vida tem novas regras para candidatos]]></title><description><![CDATA[
	&nbsp;

	Idosos e pessoas com defici&ecirc;ncia devem ter, no m&iacute;nimo, 3% das unidades. Benefici&aacute;rios devem estar inscritos em programas habitacionais locais.

	O governo federal alterou os crit&eacute;rios de sele&ccedil;&atilde;o dos candidatos a benefici&aacute;rios do programa Minha Casa, Minha Vida. A regulamenta&ccedil;&atilde;o foi publicada em portaria publicada nesta ter&ccedil;a-feira (27) no &quot;Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o&quot;. Entre as mudan&ccedil;as est&aacute; a indica&ccedil;&atilde;o de percentual de unidades que devem ser reservadas para idosos e pessoas com defici&ecirc;ncia.&nbsp;
	O Minha Casa, Minha Vida &eacute; um programa habitacional do governo federal para constru&ccedil;&atilde;o de moradias em parceria com estados e munic&iacute;pios. Ele foi lan&ccedil;ado em mar&ccedil;o de 2009, na gest&atilde;o do presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva, com a meta inicial de construir 1 milh&atilde;o de moradias populares.
	
	O novo texto, que revoga a portaria n&uacute;mero 140 publicada em 6 de abril de 2010, determina que sejam reservadas, no m&iacute;nimo, 3% das unidades para idosos. O mesmo percentual deve ser respeitado para pessoas com defici&ecirc;ncia ou seus fam&iacute;liares diretos.
	
	Na portaria de 2010, ficava determinado que os dois grupos deveriam ser atendidos segundo &quot;percentuais m&iacute;nimos previstos nos normativos espec&iacute;ficos dos programas integrantes&quot;, sem determinar textualmente os n&uacute;meros.
	
	Limite de renda

	Entre as novidades, o novo texto retira a cita&ccedil;&atilde;o &agrave; exig&ecirc;ncia de que os candidatos tenham renda familiar mensal bruta limitada a R$ 1.395,00. O governo j&aacute; havia anunciado adequa&ccedil;&atilde;o nos valores quando deu detalhes da programa&ccedil;&atilde;o do Minha Casa, Minha Vida 2.
	
	Com a mudan&ccedil;a, a primeira condi&ccedil;&atilde;o da sele&ccedil;&atilde;o &eacute; que o candidato j&aacute; esteja inscrito em cadastros habitacionais do Distrito Federal, estados ou munic&iacute;pios. A mesma condi&ccedil;&atilde;o j&aacute; estava citada na portaria anterior. Cada um dos programas habitacionais locaisi j&aacute; deve prever crit&eacute;rios de renda e condi&ccedil;&atilde;o social para inscrever os candidatos.
	
	Fiscaliza&ccedil;&atilde;o

	A Minist&eacute;rio das Cidades incluiu na regulamenta&ccedil;&atilde;o novos procedimentos operacionais que exigem que a Caixa Econ&ocirc;mica Federal seja respons&aacute;vel por finalizar o processo seletivo com valida&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es prestadas pelos candidatos.
	
	O banco dever&aacute; enviar aos respons&aacute;veis pela sele&ccedil;&atilde;o uma lista com os candidatos aptos e outra com os que tiverem informa&ccedil;&otilde;es incompat&iacute;veis. De acordo com a portaria, esta rela&ccedil;&atilde;o deve ser publicada pelo respons&aacute;vel pela sele&ccedil;&atilde;o.
	
	Em outubro, reportagem do Fant&aacute;stico&nbsp;apresentou a exist&ecirc;ncia da cobran&ccedil;a de taxas por ONGs&nbsp;que forjavam documentos para burlar regras de acesso ao programa.
	
	Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/12/programa-minha-casa-minha-vida-tem-novas-regras-para-candidatos.html
]]></description><lastBuildDate><![CDATA[27/12/2011]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/25/</link></item><item><title><![CDATA[Recursos da poupança para habitação estão garantidos, diz Hereda]]></title><description><![CDATA[
	Os recursos da caderneta de poupan&ccedil;a para o mercado imobili&aacute;rio est&atilde;o garantidos para os pr&oacute;ximos dez anos, disse ontem (24) o presidente da Caixa Econ&ocirc;mica Federal, Jorge Hereda, ao participar de uma audi&ecirc;ncia p&uacute;blica na Assembleia Legislativa de S&atilde;o Paulo. Segundo ele, o Fundo de Garantia do Tempo de Servi&ccedil;o (FGTS) consegue deslocar para o mercado imobili&aacute;rio cerca de R$ 30 bilh&otilde;es por ano e, por isso, n&atilde;o haver&aacute; escassez de recursos para o financiamento nos pr&oacute;ximos anos.&nbsp;
	&ldquo;A Caixa est&aacute; equacionada at&eacute; 2013, n&atilde;o tem problema de recursos. Nesse per&iacute;odo est&aacute; havendo uma discuss&atilde;o com rela&ccedil;&atilde;o aos recursos da poupan&ccedil;a, porque no FGTS, que financia o Programa Minha Casa, Minha Vida, tem R$ 125 bilh&otilde;es para os pr&oacute;ximos quatro anos. Ent&atilde;o tem recursos para o Minha Casa, Minha Vida na faixa at&eacute; dez sal&aacute;rios m&iacute;nimos, com mais de 2 milh&otilde;es de casas para serem contratadas&rdquo;.
	
	Hereda ressaltou que o Sistema Brasileiro de Poupan&ccedil;a e Empr&eacute;stimo (SBPE) ter&aacute; que passar por uma transi&ccedil;&atilde;o, que deve ocorrer at&eacute; os juros ficarem mais baixos no pa&iacute;s, para que assim se possa securitizar os cr&eacute;ditos existentes, gerando mais recursos para os investimentos. &ldquo;Quando os recursos estiverem em 7%, n&atilde;o se precisar&aacute; mais dizer de onde vem, porque ser&aacute; poss&iacute;vel aplicar recursos das tesourarias dos bancos como &eacute; em todo o mundo&rdquo;.
	
	De acordo com o presidente da Caixa, o c&iacute;rculo virtuoso do cr&eacute;dito imobili&aacute;rio no Brasil ainda tem muito a caminhar. &ldquo;Temos um pouco mais de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) para o cr&eacute;dito imobili&aacute;rio, e se imaginarmos que o Chile tem 12% e o M&eacute;xico no mesmo patamar, aqui no Brasil ainda temos um caminho longo a percorrer. A discuss&atilde;o &eacute; se vamos ter um crescimento de 50% ou 60% ou um pouco menor&rdquo;. Para ele, o crescimento do cr&eacute;dito imobili&aacute;rio no Brasil ser&aacute; um pouco menor, por&eacute;m sustentado.
	
	Hereda disse que at&eacute; o momento o financiamento imobili&aacute;rio da Caixa passa de R$ 60 bilh&otilde;es e a expectativa &eacute; a de fechar o ano em R$ 90 bilh&otilde;es. &ldquo;Nesses tr&ecirc;s &uacute;ltimos meses do ano a contrata&ccedil;&atilde;o acelera. Est&aacute; entrando agora a contrata&ccedil;&atilde;o para a faixa de zero a tr&ecirc;s sal&aacute;rios m&iacute;nimos para o Minha Casa, Minha Vida e queremos passar dos R$ 76 bilh&otilde;es do ano passado&rdquo;.
]]></description><lastBuildDate><![CDATA[27/10/2011]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/24/</link></item><item><title><![CDATA[Índice do aluguel acumula alta de 7,46%]]></title><description><![CDATA[
	Os inquilinos que t&ecirc;m contrato de aluguel com anivers&aacute;rio em outubro podem comemorar. H&aacute; um ano que o principal indicador de reajuste de loca&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria n&atilde;o fica t&atilde;o baixo. Segundo o Instituto Brasileiro de Economia da Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas, o &Iacute;ndice Geral de Pre&ccedil;os - Mercado, acumulou alta de 7,46% em 12 meses encerrados no fim de setembro.&nbsp;
	Portanto, se um locador pagava R$ 800 mensais pelo apartamento, e seu contrato &eacute; atrelado ao IGP-M e vence no pr&oacute;ximo m&ecirc;s, a parcela se elevar&aacute; para R$ 859. Para calcular o acr&eacute;scimo, basta multiplicar o valor do aluguel pelo n&uacute;mero 0,0746. E, para chegar ao novo valor total da parcela, &eacute; necess&aacute;rio multiplicar o pre&ccedil;o da mensalidade por 1,0746.
	
	Desde agosto do ano passado que a taxa acumulada em 12 meses do IGP-M, de 6,99%, n&atilde;o era t&atilde;o baixa.
	
	E quem sofreu mais foram os inquilinos cujos contratos venceram em fevereiro, pois o indicador de janeiro atingiu 11,50%, percentual que deixou os alugu&eacute;is, seguindo o mesmo exemplo, de R$ 800 em R$ 892. Esse resultado ficou bem acima da infla&ccedil;&atilde;o oficial de 2010, apontada pelo &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo de 5,91%.
	
	O gerente do departamento de economia e estat&iacute;stica do Sindicato da Habita&ccedil;&atilde;o, Roberto Akazawa, destacou que cerca de 90% dos contratos t&ecirc;m o IGP-M como &iacute;ndice de atualiza&ccedil;&atilde;o.
	
	AN&Aacute;LISE&nbsp;- A desacelera&ccedil;&atilde;o do indicador, tendo em vista que o IGP-M de agosto foi de 8%, &eacute; boa tanto para propriet&aacute;rio, que ter&aacute; aumento na renda acima da infla&ccedil;&atilde;o, quanto para o inquilino, que dificilmente encontrar&aacute; oferta melhor no mercado, disse o delegado regional do Conselho Regional de Corretores de Im&oacute;veis, Alvarino Lemes.
	
	Mesmo assim, antes de negociar o contrato com base no reajuste com o IGP-M, &eacute; interessante que o locador pesquise os pre&ccedil;os de alugu&eacute;is de im&oacute;veis parecidos, orientou o especialista Ricardo Almeida, da consultoria de empresas imobili&aacute;rias Consult Im&oacute;veis.
	
	&quot;Uma simples consulta em site de im&oacute;veis basta. Se voc&ecirc; encontrar cerca de 30 ofertas em rela&ccedil;&atilde;o ao que paga pelo apartamento, com caracter&iacute;sticas parecidas, pode ser interessante pensar em se mudar. Mas se aparecer apenas uma, talvez seja melhor assumir o IGP-M&quot;, explicou Almeida.
	
	O especialista acredita, entretanto, que &eacute; quase imposs&iacute;vel que um inquilino de im&oacute;vel com dois dormit&oacute;rios encontre melhor oferta do que assumir o reajuste do IGP-M. &quot;Isso porque a demanda por esse modelo de apartamento &eacute; enorme, o que eleva o valor de mercado dessas unidades. Nos &uacute;ltimos 15 anos, a maioria da produ&ccedil;&atilde;o era de im&oacute;veis de tr&ecirc;s e quatro dormit&oacute;rios.&quot;
]]></description><lastBuildDate><![CDATA[05/10/2011]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/23/</link></item><item><title><![CDATA[Preços sobem em ritmo menor, mas mercado favorece venda de imóvel]]></title><description><![CDATA[
	O mercado imobili&aacute;rio brasileiro bateu recordes sucessivos nas vendas e os pre&ccedil;os da habita&ccedil;&atilde;o atingiram n&iacute;veis exorbitantes nos &uacute;ltimos dois anos. No segundo semestre de 2011, os valores continuam em alta, s&oacute; que em ritmo bem menor e o mercado j&aacute; come&ccedil;a a apostar em estabiliza&ccedil;&atilde;o. Diante desse cen&aacute;rio e do momento econ&ocirc;mico brasileiro, compensa comprar ou vender um im&oacute;vel?&nbsp;
	
	
	O mercado imobili&aacute;rio &eacute; c&iacute;clico - uma hora sobe, outra estabiliza e depois cai. No entanto, a tend&ecirc;ncia para os pr&oacute;ximos meses &eacute; que os pre&ccedil;os se mantenham nos patamares atuais, ou seja, o mercado caminha para a estabiliza&ccedil;&atilde;o, explica o diretor de estudos especiais da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrim&ocirc;nio), Luiz Paulo Pomp&eacute;ia. Por isso, o momento econ&ocirc;mico privilegia a venda de im&oacute;veis, diz o especialista.&nbsp;
	
	- Est&aacute; na hora de vender im&oacute;veis porque a gente vende na alta e compra na baixa. Os im&oacute;veis est&atilde;o l&aacute; em cima e, por isso, est&aacute; na hora de vender, n&atilde;o de comprar.&nbsp;
	
	O pesquisador da Fipe (Funda&ccedil;&atilde;o Instituto de Pesquisas Econ&ocirc;micas) Eduardo Zylberstein tamb&eacute;m analisa o comportamento do mercado imobili&aacute;rio brasileiro. Ele prefere n&atilde;o arriscar se o momento &eacute; bom p- N&atilde;o h&aacute; risco de bolha nos moldes americano, espanhol ou portugu&ecirc;s. Isso porque o cr&eacute;dito imobili&aacute;rio no Brasil n&atilde;o chega a 5% do PIB [Produto Interno Bruto, que &eacute; a soma de riquezas do pa&iacute;s], enquanto l&aacute; estava acima de 60% no caso do PIB americano. Veja que h&aacute; uma diferen&ccedil;a brutal. Nessa linha do que ocorreu no hemisf&eacute;rio norte, n&atilde;o acredito e n&atilde;o vejo nenhuma perspectiva para bolha.&nbsp;




	Queda nos pre&ccedil;os
	
	A tend&ecirc;ncia &eacute; que os pre&ccedil;os da habita&ccedil;&atilde;o no Brasil fiquem como est&atilde;o nos pr&oacute;ximos dois anos, embora seja poss&iacute;vel uma &ldquo;quedinha&rdquo; muito suave em alguns casos que tiveram altas expressivas de pre&ccedil;o. Essa poss&iacute;vel redu&ccedil;&atilde;o deve ocorrer entre im&oacute;veis maiores e de maior valor de mercado, cuja oferta dever&aacute; superar a procura, diz Pomp&eacute;ia.&nbsp;
	
	- H&aacute; alguns segmentos em que os compradores j&aacute; negociaram seu im&oacute;vel, sobretudo entre R$ 300 mil e R$ 1,5 milh&atilde;o. Nessa faixa, a demanda &eacute; maior entre R$ 300 mil e R$ 800, mas come&ccedil;a a ficar preocupante entre R$ 800 mil e R$ 1,5 milh&atilde;o porque ou vai sobrar [im&oacute;vel] ou tem muito investidor que comprou nessa faixa [na planta] e, quando ficar pronto, o im&oacute;vel vai concorrer com aquele que estiver sendo lan&ccedil;ado. Isso pode reduzir um pouco esse valor.&nbsp;
	
	Al&eacute;m do poss&iacute;vel recuo dos pre&ccedil;os, o ritmo das vendas ficar&aacute; menor: a &ldquo;farra&rdquo; dos plant&otilde;es de venda, que comercializavam um pr&eacute;dio inteiro em apenas um fim de semana, ficar&aacute; cada vez mais dif&iacute;cil de encontrar nas grandes cidades, prev&ecirc; o diretor da Embraesp.&nbsp;
	
	- No fim das contas, vai ter uma oferta de im&oacute;veis maior que a que temos agora. Hoje &eacute; dif&iacute;cil de registrar, mas daqui a seis meses, vamos falar que a redu&ccedil;&atilde;o dos valores come&ccedil;ou em setembro de 2011. Ainda &eacute; embrion&aacute;rio, mas aquelas vendas repentinas, em uma semana, n&atilde;o se observa mais. Esse espa&ccedil;o de tempo deve passar a ser no tempo normal, em cerca de seis meses.&nbsp;

	Zylberstein afirma que os pre&ccedil;os dos im&oacute;veis no pa&iacute;s ainda est&atilde;o em &ldquo;um ponto aceit&aacute;vel&rdquo;, mas &ldquo;enquanto o mercado de trabalho estiver favor&aacute;vel e o cr&eacute;dito facilitado, a gente ainda tem muita demanda e, por consequ&ecirc;ncia, os pre&ccedil;os t&ecirc;m press&atilde;o para subir&rdquo;. para comprar ou vender, mas afirma que os pre&ccedil;os caminham para a estabilidade.&nbsp;]]></description><lastBuildDate><![CDATA[26/09/2011]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/22/</link></item><item><title><![CDATA[É a vez delas no mercado imobiliário]]></title><description><![CDATA[
	As corretoras de im&oacute;veis j&aacute; contabilizam 32% dos profissionais atuantes, segundo pesquisa do sistema Cofeci-Creci. Conhe&ccedil;a as caracter&iacute;sticas mais marcantes da atua&ccedil;&atilde;o feminina neste mercado.
	No in&iacute;cio da profiss&atilde;o de corretor de im&oacute;veis, eram &ldquo;eles&rdquo; que encaravam o desafio da venda e loca&ccedil;&atilde;o de im&oacute;veis. Hoje, o cen&aacute;rio &eacute; outro. As mulheres est&atilde;o encarando com muito profissionalismo e precis&atilde;o a atividade que at&eacute; pouco tempo era predominantemente masculina.&nbsp;
	
	Segundo pesquisa realizada pelo sistema Cofeci-Creci, atualmente, as corretoras de im&oacute;veis representam 32,7% dos profissionais inscritos no pa&iacute;s.
	Mas qual s&atilde;o os diferenciais que as corretoras apresentam no mercado de trabalho? Elas respondem:
	
	Sensibilidade
	
	“As mulheres em sua ess&ecirc;ncia s&atilde;o muito sensitivas, isto &eacute;, captam muitas vezes at&eacute; mesmo o que o pr&oacute;prio cliente n&atilde;o encontrou. Venda normalmente &eacute; feeling, percep&ccedil;&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o e adequa&ccedil;&atilde;o do produto que temos com a busca de nosso cliente. Acredito que conciliar o im&oacute;vel com a busca do comprador &eacute; a chave para fechar uma venda, e a&iacute; que entra um olhar &quot;cl&iacute;nico&quot;, o olhar da mulher.
	
	N&atilde;o que o homem n&atilde;o tenha esta sensibilidade, por&eacute;m a mulher coloca esta sensibilidade com praticidade. Ainda mais quando a busca do im&oacute;vel &eacute; feita por toda a fam&iacute;lia. Assim as mulheres falam a mesma l&iacute;ngua, &quot;conspirando&quot; com o objetivo de encontrar o que realmente idealizam.
	
	No meu ponto de vista, n&atilde;o existem vantagens das mulheres ao fechar uma venda. O que existe &eacute; profissionalismo, idoneidade, transpar&ecirc;ncia, carisma, a forma de conduzir a negocia&ccedil;&atilde;o e todos estes aspectos independem de sexo.&rdquo;&nbsp;

	&nbsp;

	&nbsp;

	Paci&ecirc;ncia
	
	&ldquo;A corretora &eacute; mais paciente, na maioria das vezes &eacute; mais organizada, sabe ouvir, se torna amiga e aliada do cliente e tudo isso passa mais confian&ccedil;a. A mulher vai construindo a venda em cada detalhe, procura entender as necessidades e n&atilde;o ver o cliente simplesmente como algu&eacute;m que vai fechar um neg&oacute;cio. Conduz a negocia&ccedil;&atilde;o de forma a conquistar n&atilde;o somente a venda, mas tamb&eacute;m a amizade do cliente e consequentemente a fidelidade dele. Dessa forma o fechamento acontece mais naturalmente.
	
	Mesmo com essas caracter&iacute;sticas, n&atilde;o vejo vantagens diferenciadas na realiza&ccedil;&atilde;o de vendas entre os dois sexos. At&eacute; porque temos praticamente os mesmos gastos para exercer a profiss&atilde;o.&rdquo; Ilza Maria Barros Fujyiama, 44 anos, atua como corretora de im&oacute;veis desde 2011.
	
	fonte: REDIMOB
]]></description><lastBuildDate><![CDATA[30/08]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/21/</link></item><item><title><![CDATA[Brasileiro já financia 63% do valor total do imóvel]]></title><description><![CDATA[
	&nbsp;

	&nbsp;

	Com o mercado imobili&aacute;rio aquecido e os bancos disputando os clientes, o percentual financiado do valor da moradia vem crescendo e atingiu 62,7% do total, na m&eacute;dia, no primeiro semestre.

	Esse percentual supera o contabilizado no mesmo per&iacute;odo de 2010 (61,9%).

	Os dados divulgados ontem pela Abecip (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Entidades de Cr&eacute;dito Imobili&aacute;rio e Poupan&ccedil;a) consideram empr&eacute;stimos com recursos da caderneta.
	Em 2005, os mutu&aacute;rios davam entrada de mais da metade do valor do im&oacute;vel financiado, restando aos bancos liberar 47,9%.
	
	Para Luiz Antonio Fran&ccedil;a, presidente da entidade, &quot;80% &eacute; um n&uacute;mero saud&aacute;vel para padr&otilde;es mundiais&quot;.
	Esse percentual &eacute; o limite nos grandes bancos privados, n&iacute;vel que chega a 90% no Banco do Brasil e na Caixa.
	A opini&atilde;o &eacute; compartilhada por Jo&atilde;o da Rocha Lima Jr., professor titular de &quot;real estate&quot;, n&uacute;cleo da Poli/USP.
	
	&quot;O risco de cr&eacute;dito &eacute; muito baixo quando se tem um mercado regulado, se s&atilde;o pre&ccedil;os justos e n&atilde;o artificialmente inflados como nos EUA&quot;, afirma Lima Jr., ressaltando, por&eacute;m, que j&aacute; h&aacute; casos em alguns bairros em que o aumento n&atilde;o se justifica.
	
	Vale lembrar que, al&eacute;m desse teto, o valor financiado pelo banco depende do sal&aacute;rio do mutu&aacute;rio, j&aacute; que s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel comprometer cerca de um ter&ccedil;o da renda mensal familiar com as presta&ccedil;&otilde;es.
	
	As opera&ccedil;&otilde;es com recursos da poupan&ccedil;a atingiram R$ 37 bilh&otilde;es no semestre, com alta de 55%, registrando o melhor resultado na s&eacute;rie hist&oacute;rica, iniciada em 1967.
	
	Em n&uacute;mero de financiamentos, foram 236,5 mil unidades, alcan&ccedil;ando tamb&eacute;m um novo patamar, com expans&atilde;o de 26% na mesma compara&ccedil;&atilde;o - a diferen&ccedil;a entre os aumentos mostra a eleva&ccedil;&atilde;o no pre&ccedil;o.
	Junho, por sua vez, teve o melhor desempenho mensal.
	
	De olho nessa expans&atilde;o, a Abecip vai come&ccedil;ar a certificar profissionais que atuam no mercado imobili&aacute;rio.
	O primeiro teste ocorre neste m&ecirc;s e ser&aacute; aplicado a quem trabalha em bancos, securitizadoras e companhias hipotec&aacute;rias.
	
	fonte: (Tribuna da Bahia - 05/08/2011)
]]></description><lastBuildDate><![CDATA[08/008/2011]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/20/</link></item><item><title><![CDATA[Mutuário que fizer contrato de gaveta vai perder imóvel]]></title><description><![CDATA[
	
	Quem comprar im&oacute;vel na segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida e quiser vend&ecirc;-lo antes de quitar o financiamento pode ter a negocia&ccedil;&atilde;o anulada e ainda vir a perder a casa. A nova regra pune os dois lados envolvidos na opera&ccedil;&atilde;o de compra e venda. O objetivo &eacute; inibir os famosos contratos de gavetas, quando o mutu&aacute;rio compra um apartamento e deixa o financiamento no nome do primeiro titular.&nbsp;
	
	A exig&ecirc;ncia faz parte das instru&ccedil;&otilde;es normativas que ser&atilde;o publicadas at&eacute; dia 15 no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o, segundo a secret&aacute;ria nacional de Habita&ccedil;&atilde;o, In&ecirc;s Magalh&atilde;es. A regra valer&aacute; para os empreendimentos comprados pelo governo federal de construtoras e depois vendidos &agrave;s fam&iacute;lias cadastradas em bancos de dados de prefeituras e estados com renda de at&eacute; R$ 1.600.
	
	&ldquo;Se a fam&iacute;lia comprar um im&oacute;vel de R$ 50 mil, com presta&ccedil;&atilde;o de R$ 100 e quiser antecipar a quita&ccedil;&atilde;o antes dos 10 anos, pagar&aacute; os R$ 50 mil para liquidar, ou seja, n&atilde;o ter&aacute; direito ao subs&iacute;dio&rdquo;, explica.
	
	Ela explicou que a Caixa Econ&ocirc;mica Federal n&atilde;o parou de conceder financiamento pelo programa, mas que as novas faixas de renda devem entrar em vigor at&eacute; o dia 15. A primeira faixa de renda passou de R$ 1.395 para R$ 1.600. Nesse caso, um n&uacute;mero maior de fam&iacute;lias ter&aacute; direito a subs&iacute;dio limite de R$ 23 mil. O abatimento para compra da moradia varia de R$ 2 mil a R$ 23 mil.&nbsp;
]]></description><lastBuildDate><![CDATA[07/07/2011]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/19/</link></item><item><title><![CDATA[3D é aposta também no mercado imobiliário]]></title><description><![CDATA[
	&nbsp;

	Foi-se o tempo em que maquetes, unidades decoradas e folhetos impressos bastavam para comunicar e vender im&oacute;veis de forma eficiente. Nesse mercado em evolu&ccedil;&atilde;o, a ordem &eacute; criar maneiras totalmente novas de intera&ccedil;&atilde;o entre o cliente e o produto imobili&aacute;rio.

	Uma das apostas atuais das incorporadoras &eacute; a realidade 3D. A tecnologia, que faz sucesso nos cinemas e anima o mercado de eletr&ocirc;nicos em todo o mundo, tem sido utilizada para levar o consumidor a uma &lsquo;visita&rsquo; ao futuro apartamento. Ocorre da seguinte forma: no estande de vendas, de forma complementar aos tradicionais apartamentos decorados, o cliente encontra uma minisala de proje&ccedil;&atilde;o de filmes em 3D.
	
	L&aacute; dentro e de posse de &oacute;culos especiais, ele tem oportunidade de vivenciar os ambientes internos do empreendimento, as op&ccedil;&otilde;es de lazer, &lsquo;passear&rsquo; por todas as &aacute;reas comuns e at&eacute; mesmo experimentar outras op&ccedil;&otilde;es de plantas e de decora&ccedil;&atilde;o que melhor se encaixem em seu perfil pessoal.&nbsp;Al&eacute;m de contribuir na cria&ccedil;&atilde;o de novas estrat&eacute;gias de vendas, a tecnologia traz outras vantagens para as incorporadoras. Um dos fatores primordiais &eacute; que a visita virtual, a exemplo do cinema, pode ser remotizada.

	&nbsp;

	fonte: http://www.odebate.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=16566&amp;Itemid=10
]]></description><lastBuildDate><![CDATA[20/06/2011]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/18/</link></item><item><title><![CDATA[Reunião define critérios para a fiscalização do "Minha Casa, Minha Vida".]]></title><description><![CDATA[
	Presidentes e coordenadores de fiscaliza&ccedil;&atilde;o do Sistema Cofeci-Creci participaram no dia 1&ordm; de junho, quarta-feira, de um treinamento na sede do CRECI-SP para receber instru&ccedil;&otilde;es sobre como proceder nas investiga&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o ao acordo de coopera&ccedil;&atilde;o firmado entre o Conselho Federal de Corretores de Im&oacute;veis e a CAIXA...
	
	O acordo foi assinado pelas duas institui&ccedil;&otilde;es, ap&oacute;s a exist&ecirc;ncia de den&uacute;ncias envolvendo agentes do mercado imobili&aacute;rio, que estariam obtendo vantagens indevidas por meio de empreendimentos beneficiados pelo programa &ldquo;Minha Casa, Minha Vida&rdquo;. Na ocasi&atilde;o, estiveram presentes o presidente do CRECI-RS, Fl&aacute;vio Koch e o coordenador de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o, Cleber da Costa Santos. Durante a reuni&atilde;o, foram definidos os crit&eacute;rios que ser&atilde;o utilizados na fiscaliza&ccedil;&atilde;o dos plant&otilde;es de vendas, escrit&oacute;rios de pessoas f&iacute;sicas, sedes de pessoas jur&iacute;dicas, ou outros estabelecimentos credenciados pela CAIXA para operacionalizar o &ldquo;Minha Casa, Minha Vida&rdquo;. Al&eacute;m dos representantes dos conselhos regionais de todo o Brasil, tamb&eacute;m participaram integrantes do COFECI, t&eacute;cnicos da Caixa Econ&ocirc;mica Federal e a Dra. In&ecirc;s Magalh&atilde;es, secret&aacute;ria Nacional de Habita&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio das Cidades.

	&nbsp;]]></description><lastBuildDate><![CDATA[08/06/2011]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/17/</link></item><item><title><![CDATA[Setor imobiliário vê sinal amarelo e desacelera]]></title><description><![CDATA[
	&nbsp;

	Ap&oacute;s forte crescimento nos &uacute;ltimos anos, o setor imobili&aacute;rio come&ccedil;a a dar indica&ccedil;&otilde;es mais fortes de desaquecimento, pressionado, sobretudo, por pre&ccedil;os altos, desacelera&ccedil;&atilde;o da demanda e ritmo menor de lan&ccedil;amentos.

	O sinal amarelo acendeu j&aacute; no primeiro trimestre deste ano, quando construtoras e incorporadoras apresentaram dados de vendas e lan&ccedil;amentos bem abaixo dos vistos em 2010.

	Mais recentemente, o Secovi-SP, sindicato que representa o setor em S&atilde;o Paulo, divulgou uma queda de 61,8% nas vendas de im&oacute;veis residenciais novos na capital paulista em mar&ccedil;o contra um ano antes e recuo de 16,2% sobre fevereiro.

	&quot;Redu&ccedil;&atilde;o do cr&eacute;dito, aumento das taxas de juros e migra&ccedil;&atilde;o de investimentos em poupan&ccedil;a para outros com retorno maior t&ecirc;m contribu&iacute;do para um arrefecimento da demanda&quot;, afirma o economista e professor de Finan&ccedil;as da BBS Business School, Ricardo Torres.

	Mais otimista, o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, disse &agrave; Reuters na ocasi&atilde;o da divulga&ccedil;&atilde;o dos dados de mar&ccedil;o que a queda foi pressionada por quest&otilde;es sazonais. &quot;O primeiro trimestre sazonalmente &eacute; o que vende menos e esse ano foi agravado pelo Carnaval no in&iacute;cio de mar&ccedil;o. A compara&ccedil;&atilde;o anual tamb&eacute;m &eacute; muito dura. No primeiro trimestre de 2010 o pa&iacute;s vivia uma euforia total.&quot;

	Somado a isso, a segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, que ainda n&atilde;o saiu do papel, vem pesando sobre a demanda, principalmente a da popula&ccedil;&atilde;o de baixa renda. De fato, h&aacute; um ano, o programa habitacional do governo era citado pelo mercado como o principal motor de crescimento do setor.

	&quot;Isso [paralisa&ccedil;&atilde;o do programa] causa represamento. Quem depende do subs&iacute;dio para comprar um im&oacute;vel vai aguardar&quot;, assinala o analista Wesley Bernab&eacute;, do BB Investimentos.

	&quot;As empresas colocaram o p&eacute; no freio em lan&ccedil;amentos em meio &agrave; discuss&atilde;o de aumento de pre&ccedil;os [dentro do programa] e o setor j&aacute; vem sofrendo press&atilde;o de custos. Hoje uma parcela representativa do mercado ficou em &#39;standby&#39;&quot;, diz o analista Marcos Pereira, da Votorantim Corretora.

	Segundo a CNI (Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria), o n&iacute;vel de atividade da ind&uacute;stria da constru&ccedil;&atilde;o civil caiu para 48,3 pontos em abril, contra 49,5 no m&ecirc;s anterior. Valores acima de 50 indicam crescimento da atividade e expectativa positiva.

	&quot;O ritmo de crescimento das empresas [do setor imobili&aacute;rio] deve ter uma nova realidade, mais alinhado com o Produto Interno Bruto&quot;, afirma Pereira.

	ESTOQUES

	Tema recorrente em discuss&otilde;es sobre os rumos do setor, a forte valoriza&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria vista nos &uacute;ltimos anos &eacute; outro fator que divide opini&otilde;es entre agentes de mercado.

	Enquanto alguns defendem que houve uma corre&ccedil;&atilde;o natural de pre&ccedil;os ap&oacute;s anos de estagna&ccedil;&atilde;o, outros apontam que a queda de pre&ccedil;os &eacute; necess&aacute;ria para sobreviv&ecirc;ncia das construtoras.

	&quot;As incorporadoras n&atilde;o t&ecirc;m mais como comprar terrenos em grandes cidades e ainda t&ecirc;m estoque gigantesco para vender. T&ecirc;m que oferecer descontos para atrair investidores&quot;, afirma Torres, da BBS.

	O analista Pereira, da Votorantim, concorda que as distor&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;os exigir&atilde;o certa corre&ccedil;&atilde;o para que os estoques de im&oacute;veis sejam desovados. &quot;H&aacute; um estoque crescente, que tende a aumentar. Pode haver press&atilde;o de estoque at&eacute; o final do ano, resultado do crescimento dos &uacute;ltimos anos.&quot;

	Por outro lado, Bernab&eacute;, do BB Investimentos, n&atilde;o v&ecirc; os estoques influenciando a curva de pre&ccedil;os para baixo.

	&quot;Se os pre&ccedil;os ca&iacute;rem muito, h&aacute; desestimulo muito grande&quot;, afirma. &quot;Se o estoque de unidades prontas atingir um n&iacute;vel maior que o atual, as empresas v&atilde;o come&ccedil;ar a revisar as metas de lan&ccedil;amentos. N&atilde;o vejo rela&ccedil;&atilde;o com pre&ccedil;os.&quot;

	No mesmo sentido, Petrucci, do Secovi, &eacute; taxativo: &quot;Pre&ccedil;o de im&oacute;vel n&atilde;o cai, principalmente pre&ccedil;o de im&oacute;vel novo&quot;.

	NEM IM&Oacute;VEIS, NEM A&Ccedil;&Otilde;ES

	A desacelera&ccedil;&atilde;o do setor vem refletindo tamb&eacute;m nas a&ccedil;&otilde;es de construtoras na Bolsa.

	&quot;N&atilde;o &eacute; hora de comprar im&oacute;vel nem a&ccedil;&atilde;o das empresas. O momento &eacute; muito delicado&quot;, diz o economista e professor da BBS. &quot;Os pre&ccedil;os, tanto de im&oacute;veis quanto de a&ccedil;&otilde;es, perderam o contato com a realidade. N&atilde;o &eacute; um bom investimento hoje.&quot;

	O analista da Votorantim cita a deteriora&ccedil;&atilde;o geral da Bolsa como um aspecto bastante negativo para as empresas do setor imobili&aacute;rio, muito dependente de capital estrangeiro.

	O Imob, &iacute;ndice que mede o desempenho de 18 a&ccedil;&otilde;es do setor imobili&aacute;rio na Bovespa, acumula queda de 7,6% no ano at&eacute; 27 de maio, um pouco pior que o do Ibovespa --que re&uacute;ne as a&ccedil;&otilde;es mais l&iacute;quidas da bolsa paulista e registra queda de 7,2% no mesmo intervalo.

	&quot;Enquanto a bolsa continuar enfraquecida, o setor imobili&aacute;rio n&atilde;o deve ser uma aposta&quot;, avalia Pereira.

	Ele cita ainda a forte press&atilde;o de custos sofrida pelas grandes empresas do setor no quarto trimestre de 2010 como respons&aacute;vel por passar uma mensagem negativa aos investidores.

	&quot;N&atilde;o acho que no curto prazo essa percep&ccedil;&atilde;o negativa v&aacute; mudar, talvez no segundo semestre&quot;, diz.
]]></description><lastBuildDate><![CDATA[31/05/2011]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/16/</link></item><item><title><![CDATA[Minha Casa, Minha Vida será fiscalizado pelos Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis]]></title><description><![CDATA[
	Um acordo de coopera&ccedil;&atilde;o operacional foi assinado entre o COFECI - Conselho Federal de Corretores de Im&oacute;veis - e a Caixa Econ&ocirc;mica Federal no in&iacute;cio do m&ecirc;s de abril, em Bras&iacute;lia, com o objetivo de coibir poss&iacute;veis irregularidades no programa habitacional &ldquo;Minha Casa, Minha Vida&rdquo;. O acordo foi assinado, ap&oacute;s a exist&ecirc;ncia de in&uacute;meras den&uacute;ncias envolvendo agentes do mercado imobili&aacute;rio, que estariam realizando procedimentos indevidos em rela&ccedil;&atilde;o ao MCMV. Dentro de alguns dias a CEF tornar&aacute; p&uacute;blico o acordo de coopera&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s da publica&ccedil;&atilde;o no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o.
	
	
	Segundo o documento, os Conselhos Regionais de Corretores de Im&oacute;veis fiscalizar&atilde;o plant&otilde;es de vendas, escrit&oacute;rios de pessoas f&iacute;sicas, sedes de pessoas jur&iacute;dicas, ou outros estabelecimentos credenciados pela CAIXA para operacionalizar o &ldquo;Minha Casa, Minha Vida&rdquo;, sempre que houver suspeita ou den&uacute;ncia de irregularidades que possam proporcionar vantagens ilegais a qualquer uma das partes envolvidas no Programa.&nbsp;
	
	O presidente do CRECI-RS, Fl&aacute;vio Koch, ressaltou a import&acirc;ncia desta parceria entre o COFECI e a CAIXA, para o bom andamento do Programa e a credibilidade dos profissionais que operam o MCMV dentro da legalidade. &ldquo;Felizmente no Rio Grande do Sul n&atilde;o existem muitos casos de irregularidades envolvendo corretores de im&oacute;veis, imobili&aacute;rias e construtoras em rela&ccedil;&atilde;o ao Minha Casa, Minha Vida. Estaremos iniciando este trabalho de fiscaliza&ccedil;&atilde;o, nesse sentido, priorizando principalmente as den&uacute;ncias. Consideramos importante esse acordo de coopera&ccedil;&atilde;o para que o consumidor do mercado imobili&aacute;rio tenha mais seguran&ccedil;a quando for adquirir o seu im&oacute;vel&rdquo;, afirmou Koch.
]]></description><lastBuildDate><![CDATA[25/05/2011]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/15/</link></item><item><title><![CDATA[TRT reconhece a inexigibilidade de TAC firmado entre o Ministério Público do Trabalho e o CRECI-RS]]></title><description><![CDATA[
	O Tribunal Regional do Trabalho da 4&ordf; Regi&atilde;o (RS) reconheceu no dia 24 de mar&ccedil;o deste ano, a inexigibilidade do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado em 2007, entre o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho e o Conselho Regional de Corretores de Im&oacute;veis da 3&ordf; Regi&atilde;o. A 4&ordf; turma do TRT foi favor&aacute;vel ao CRECI-RS, no processo que obrigava a autarquia a afastar os empregados admitidos sem concurso p&uacute;blico...
	
	No TAC, estava previsto a contrata&ccedil;&atilde;o de pessoal mediante a realiza&ccedil;&atilde;o de processo seletivo para cargo p&uacute;blico em substitui&ccedil;&atilde;o aos funcion&aacute;rios da institui&ccedil;&atilde;o. Em raz&atilde;o dessa decis&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; obrigatoriedade do CRECI-RS admitir os candidatos classificados no concurso realizado em 2008.&nbsp;
	
	Na a&ccedil;&atilde;o movida pelo MPT, o CRECI-RS defendeu-se alegando que a Lei 6.530/78 lhe fixou a forma de &oacute;rg&atilde;o fiscalizador do exerc&iacute;cio profissional, desvinculado da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica. Com base nessa legisla&ccedil;&atilde;o, o CRECI-RS possui independ&ecirc;ncia administrativa e financeira, n&atilde;o estando submetido, portanto, aos comandos contidos no inciso II do artigo 37 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988, nem ao regime jur&iacute;dico de pessoal aplic&aacute;vel &agrave;s autarquias t&iacute;picas, que s&atilde;o vinculadas ao Poder P&uacute;blico.&nbsp;
	
	No ac&oacute;rd&atilde;o que julgou o recurso do CRECI-RS, o Relator, Desembargador Ricardo Tavares Gehling, reconhece que embora &quot;... os conselhos de fiscaliza&ccedil;&atilde;o profissional tenham personalidade jur&iacute;dica de direito p&uacute;blico, sejam criados por lei e desenvolvam atividade essencialmente p&uacute;blica, n&atilde;o se sujeitam ao controle administrativo ou financeiro do Estado... n&atilde;o tendo aplicabilidade o inciso II do art. 37 da CF&quot;. Na decis&atilde;o, que ainda pode ser objeto de recurso do MPT ao Tribunal Superior do Trabalho, o desembargador menciona a exist&ecirc;ncia de jurisprud&ecirc;ncia sobre o assunto no pr&oacute;prio TST.
	
	De acordo com o advogado do CRECI-RS, C&eacute;sar Augusto Boeira da Silva, que atua no processo em defesa da institui&ccedil;&atilde;o, esta &eacute; uma importante decis&atilde;o a qual poder&aacute; servir de exemplo para os outros conselhos profissionais que enfrentam esse tipo de determina&ccedil;&atilde;o vinda do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o e do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho. &ldquo;Com este julgamento, esperamos que o TCU reveja seu posicionamento de que os Conselhos devem realizar concurso para contrata&ccedil;&atilde;o de empregados, j&aacute; que contraria o entendimento da Justi&ccedil;a do Trabalho&rdquo;.
]]></description><lastBuildDate><![CDATA[06/05/2011]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/14/</link></item><item><title><![CDATA[Financiamento imobiliário cresce e exige estratégias do mercado construtivo]]></title><description><![CDATA[
	&nbsp;

	A facilidade de utilizar os recursos da caderneta de poupan&ccedil;a e do Fundo de Garantia do Tempo de Servi&ccedil;o (FGTS) est&aacute; impulsionando o mercado de financiamento imobili&aacute;rio no pa&iacute;s. Segundo dados da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Entidades de Cr&eacute;dito Imobili&aacute;rio e Poupan&ccedil;a (Abecip), os bancos financiaram em 2010 a aquisi&ccedil;&atilde;o e constru&ccedil;&atilde;o de mais de um milh&atilde;o de im&oacute;veis, uma marca hist&oacute;rica no pa&iacute;s. O resultado representa um crescimento de 57% se comparado ao n&uacute;mero de im&oacute;veis financiados pelos bancos em 2009 (670 mil unidades).

	Com maior oferta de cr&eacute;dito, o consumidor tamb&eacute;m est&aacute; mais exigente, trazendo maior competitividade para as empresas do ramo construtivo. &ldquo;A procura no momento &eacute; grande, mas temos buscado alternativas no intuito de oferecer sempre um diferencial, de forma a se adequar &agrave; realidade dos nossos clientes&rdquo;, destaca o empres&aacute;rio Waldemir K&uuml;rten, que atua h&aacute; 30 anos no mercado de casas pr&eacute;-fabricadas.

	Aceitar carro ou moto como parte de pagamento, disponibilizar uma equipe de arquitetos, projetistas e engenheiros para a execu&ccedil;&atilde;o de projetos personalizados, aprovar documentos junto aos &oacute;rg&atilde;os reguladores e construir em tempo recorde s&atilde;o diferenciais oferecidos pela construtora. As vantagens est&atilde;o sendo apresentadas no Festival da Casa Pr&oacute;pria K&uuml;rten, que acontece entre 18 de fevereiro e 6 de mar&ccedil;o, em Curitiba.

	O Festival da Casa Pr&oacute;pria K&uuml;rten &eacute; uma das a&ccedil;&otilde;es da construtora paranaense para apresentar aos clientes um pacote de incentivos, que incluem pre&ccedil;os promocionais, condi&ccedil;&otilde;es de financiamento em at&eacute; 30 anos, al&eacute;m das mais competitivas taxas do mercado. &ldquo;Fazemos o que for poss&iacute;vel para incentivar nosso cliente a que fechar neg&oacute;cio durante o Festival e deixar para tr&aacute;s de vez o aluguel&rdquo;, conta K&uuml;rten.

	Fonte: Paran&aacute; Online
]]></description><lastBuildDate><![CDATA[25/04/2011]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/13/</link></item><item><title><![CDATA[Alta nos preços dos imóveis não representa indício de bolha imobiliária, diz especialista]]></title><description><![CDATA[
	&nbsp;

	Apesar da alta no pre&ccedil;o dos im&oacute;veis no pa&iacute;s, n&atilde;o h&aacute; evid&ecirc;ncias de investimentos especulativos que possam vir a causar uma bolha. Essa &eacute; a opini&atilde;o do professor titular de Real Estate da Escola Polit&eacute;cnica da Universidade de S&atilde;o Paulo (Poli-USP) e coordenador do N&uacute;cleo de Real Estate da universidade, Jo&atilde;o da Rocha Lima Jr.

	O professor explica que a bolha imobili&aacute;ria s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel com a exist&ecirc;ncia de uma demanda artificial. &ldquo;Demanda artificial &eacute; gente comprando para esperar valorizar, sem o objetivo de uso. Nesse caso, a demanda fica muito al&eacute;m do que o mercado pretende comprar para usar, a&iacute; &eacute; poss&iacute;vel ter um crescimento artificial de pre&ccedil;os e consequentemente uma bolha&rdquo;. Ele tamb&eacute;m ressalta que &eacute; comum, em processos de aumento de demanda no mercado, alguns empreendedores tra&ccedil;arem uma linha cont&iacute;nua de alta supondo que esse processo continuar&aacute; por muitos anos, projetando com isso uma demanda artificial. &ldquo;Nenhuma dessas situa&ccedil;&otilde;es parece estar configurada no mercado nacional hoje&rdquo;, afirmou, durante a palestra Avalia&ccedil;&atilde;o Mercadol&oacute;gica e Macroecon&ocirc;mica do Mercado Imobili&aacute;rio, realizada hoje (23) em S&atilde;o Paulo.

	O engenheiro destacou que, atualmente, os empreendedores ainda atendem &agrave; demanda org&acirc;nica existente no Pa&iacute;s sem pressionarem o mercado em busca de investidores.

	Custo x Valor

	Um dos principais aspectos comentados por Lima durante o evento foi o aumento do custo da constru&ccedil;&atilde;o e da m&atilde;o de obra. Segundo ele, o &Iacute;ndice Nacional da Constru&ccedil;&atilde;o Civil (INCC) n&atilde;o funciona tamb&eacute;m como par&acirc;metro para o c&aacute;lculo dos pre&ccedil;os dos im&oacute;veis, devendo ser adicionado um valor a mais no custo do empreendimento.

	&ldquo;Ningu&eacute;m pode esperar que o INCC espelhe a realidade espec&iacute;fica de uma determinada obra. O &iacute;ndice tem um car&aacute;ter macroecon&ocirc;mico, ele n&atilde;o pode se espelhar em alguns elementos da amostra&rdquo;, adverte o pesquisador. Ele destaca ainda que o INCC &eacute; uma m&eacute;dia nacional, e que portanto n&atilde;o abarca condi&ccedil;&otilde;es regionais espec&iacute;ficas.

	O engenheiro detalhou a forma pela qual os pre&ccedil;os de im&oacute;veis s&atilde;o formados, apresentado informa&ccedil;&otilde;es sobre as diferentes faixas de renda e suas diferentes necessidades e anseios. Segundo Lima, o pre&ccedil;o de um im&oacute;vel resulta de uma s&eacute;rie de custos para a constru&ccedil;&atilde;o do empreendimento, mas o valor atribu&iacute;do a ele pelo consumidor depende da sensa&ccedil;&atilde;o que o comprador tem em rela&ccedil;&atilde;o ao im&oacute;vel, sem fundamenta&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica.

	Segundo Lima, o pre&ccedil;o dos im&oacute;veis comerciais na cidade de S&atilde;o Paulo est&aacute; alto em rela&ccedil;&atilde;o a um mercado imobili&aacute;rio equilibrado, com os alugu&eacute;is crescendo acima da infla&ccedil;&atilde;o, mas que esses pre&ccedil;os devem se estabilizar em 2011 nos principais mercados do pa&iacute;s.

	Fonte: Piniweb (Mauricio Lima)
]]></description><lastBuildDate><![CDATA[11/04/2011]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/12/</link></item><item><title><![CDATA[CRECI-RS é campeão nacional em Fiscalização  ]]></title><description><![CDATA[
	O Conselho Regional de Corretores de Im&oacute;veis do Rio Grande do Sul recebeu no dia 31 de mar&ccedil;o, no estado do Par&aacute;, em Bel&eacute;m, o t&iacute;tulo de 1&ordm; colocado em 2010, no Ranking Nacional de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o entre todos os Creci&rsquo;s do pa&iacute;s. O agente de fiscaliza&ccedil;&atilde;o do CRECI-RS e membro do Grupo Especial de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o Federal (GEAF), Leandro de Paula Brum, tamb&eacute;m levou para casa o trof&eacute;u...
	
	de campe&atilde;o no ranking individual. Em terceiro lugar, ficou o agente de fiscaliza&ccedil;&atilde;o e membro suplente do GEAF, N&iacute;lson Dorneles Jesu&iacute;no. A m&eacute;dia anual de produtividade di&aacute;ria dos agentes &eacute; informada mensalmente &agrave; Diretoria Nacional de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o, que &eacute; o departamento ligado ao COFECI. De acordo com os dados, que est&atilde;o dispon&iacute;veis para consulta p&uacute;blica no site do COFECI, o CRECI-RS contabilizou somente no ano de 2010, mais de 40 mil dilig&ecirc;ncias realizadas. O resultado desta premia&ccedil;&atilde;o &eacute; fruto do trabalho realizado pelo CRECI-RS durante todo o ano passado, que visa combater a ilegalidade na profiss&atilde;o. O an&uacute;ncio dos campe&otilde;es em Fiscaliza&ccedil;&atilde;o ocorreu durante a inaugura&ccedil;&atilde;o da nova sede do CRECI-Par&aacute;, e contou com a presen&ccedil;a dos presidentes de todos os regionais, que tamb&eacute;m participaram da Reuni&atilde;o Plen&aacute;ria do COFECI.&nbsp;
]]></description><lastBuildDate><![CDATA[09/04/2011]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/11/</link></item><item><title><![CDATA[Caixa Econômica Federal apresenta novas regras para o Minha Casa Minha Vida ]]></title><description><![CDATA[
	O Ministro das Cidades, M&aacute;rio Negromonte, apresentou no dia 25, em Salvador, os projetos do Minist&eacute;rio na &aacute;rea de habita&ccedil;&atilde;o, durante a primeira reuni&atilde;o da C&acirc;mara da Ind&uacute;stria Imobili&aacute;ria. Na ocasi&atilde;o, o vice-presidente da Caixa Econ&ocirc;mica Federal, Jorge Hereda e o ministro M&aacute;rio Negromonte, anunciaram as regras de transi&ccedil;&atilde;o para o Programa Minha Casa Minha Vida, nos casos de financiamentos de pessoas f&iacute;sicas para a compra de im&oacute;veis novos e prontos.
	
	Ser&aacute; reaberto o per&iacute;odo para a recep&ccedil;&atilde;o de propostas, para compra de casas em lotes, mesmo sem pavimenta&ccedil;&atilde;o. A libera&ccedil;&atilde;o do financiamento ser&aacute; condicionada &agrave;s seguintes regras: a exist&ecirc;ncia de vias de acesso e de circula&ccedil;&atilde;o segura e transit&aacute;vel; a exist&ecirc;ncia de respons&aacute;vel t&eacute;cnico; apresenta&ccedil;&atilde;o de laudo de vistoria espec&iacute;fico com foco em itens essenciais de qualidade e seguran&ccedil;a, entre outras. As regras de transi&ccedil;&atilde;o valem para im&oacute;veis constru&iacute;dos, cujo pedido de financiamento seja protocolado na Caixa Econ&ocirc;mica Federal de 28.02.2011 at&eacute; 30.06.2011.
	
	Fonte: Minist&eacute;rio das Cidades
]]></description><lastBuildDate><![CDATA[07/04/2011]]></lastBuildDate><link>http://imoveisdosul.com.br/home/novidade_escolhida/7/</link></item></channel></rss>
